Saturday, May 12, 2007

Hell On Earth

Faz tempo que não posto aqui, mas chegou a necessidade de fazer uma coisa que eu falo que vou fazer todo ano mas nunca faço, e acabo cometendo novamente os erros: o rodeio é um lixo!
Ontem, porém, foi com certeza o pior rodeio de todos. 6 horas no transito! 6 HORAS!!! Uma filhadaputagem dos caras do rodeio, que NUNCA que tinha lugar pro tanto de gente que eles venderam o ingresso. O negócio tava impossível de andar. Não sei quantos acidentes aconteceram, mas devem ter sido muitos. Carros atravessando pelo acostamento, pela grama, pela grama (2)... E as pessoas das vans saindo para ir a pé para o 'show' de dois caras que não sabem escrever músicas e que, em pouco tempo, ninguém mais vai lembrar.
Final: Mais uma merda de rodeio

Sunday, January 21, 2007

Beatrice

Ele não podia descrever sua alegria ao perceber que estava de volta aonde ansiava. Tinha encontrado seu lar, ele tinha certeza.

As grades do recinto de lagos ainda eram as mesmas. Avistou uma pessoa entre as dezenas que havia ali, há muito não encontrada, e perguntou pela outra. Aonde estava Beatriz?

A pessoa indicou para um canto.

A garota havia mudado.


Os cabelos eram antes loiros, ele se lembrava. Agora, eram tanto loiros quanto negros, divido em diversas mechas. Ele olhou alegre e a pessoa pareceu dar um pequeno sorriso.

- Hei, sou eu! John!

A garota olhou nos olhos dele, indiferente. Continuou silenciosa. A um pequeno gesto de cabeça, um olhar, ele beijou-a, errando por pouco; ela, porém, riu com isso e fê-lo sentar-se ao seu lado. Era um ‘sim, você tem razão’.

Havia tanto tempo, e ela estava mudada. Por um momento, uma pequena sombra caiu sobre eles, e os cabelos dela ficaram negros; as olheiras se sobressaltaram, e ela continuou linda, mas com um ar mórbido de quem têm enfrentado muito há muito. O homem continuou ao lado dela, abraçados, e ele deu um beijo nela. Suas mãos molhadas subiram pelas costas da garota

(O beijo acabou e ele disse: “Há tanto tempo penso em você... sinto sua falta”, e ela respondeu, “podemos ficar quietos, por favor?”. Ele assentiu e)

Suas mãos desceram pelas costas, até que a garota disse.

- Tira as mãos da minha bunda?

Ele deu um pequeno sorriso e subiu as mãos pelas costas de novo.

Quando ele acordou, percebeu que aquele não era mesmo seu lar; também não era seu lar aonde se encontrava.

Thursday, January 04, 2007

3 Fases - Parte II

II – O Rei


E então ele permanece, agora, defronte a mim: ele me encara, a vermelhidão refletida no meu rosto.

Olho com indiferença. É assim que você é então, Grande Rei?

Ele não responde. Apenas me encara.

O medo saiu das rédeas, e eu novamente tenho controle. Eu finalmente entendi que o inferno está mais nos olhos que no cérebro.

(Entenda o significado de paixão e amor)

As palavras ressoam em minha mente. Eu estou confiante. O rei... vai cair. Logo você cairá, Rei Rubro – e eu estarei logo em sua frente, para pisar em você.

(Uma espiral de palavras se juntam num furacão; o olho se forma bem em nós)

RUBRO – 19 – OLHO – ANTES – DEPOIS – NEVEREVERLAND – CIÊNCIA (mas não para eles, e sim para você)

Quero o início. De uma nova era.

Monday, January 01, 2007

3 Fases - Parte I

I - 2007

...
e se eu fosse dizer algo, diria para fazer tudo com amor. Não importa se você seja religioso ou não. Se é, pense em Jesus, Krishna, Jeova, Budha, quem quer que seja, para fazer o que quer que seja. São apenas avatares. Não importa em quem você acredite, importa o quanto de amor você extrai disso e põe no que faz.

Faça tudo com amor. Você pode não conseguir muito dinheiro, mas estou quase certo de que vai conseguir felicidade. Pense em quem você ama. Faça as suas coisas por elas, com o maior cuidado e amor.

Não busque a felicidade. A felicidade chega quando você consegue amar. Não significa que não deve ter momentos de ódio; libere-os! Apenas não faça o suficiente para que reverbere e acabe chegando a outra pessoa; assim o ciclo se eterniza.

Para ser feliz, apenas deixe a vida deixar-te feliz. Cuide do teu jardim, como diriam. As rosas bonitas são somente aquelas mais saudáveis, infelizmente no humano não temos o mesmo. No humano, a beleza é nada mais que um acidente do nascimento. Por isso, saiba distinguir a paixão do amor. São coisas totalmente diferentes.

Se um dia teu jardim estiver florido, começarão talvez a chegar as borboletas. Junto com as borboletas chegarão as larvas, minhocas, e tudo. Não pense que isso é um problema! Não pense nisso como algo a se resolver; problemas serão quando as plantas murcharem porque faltou água e cuidados. Você só conseguirá ‘resolver’ o ‘problema’ das minhocas e larvas matando, indiretamente, as próprias plantas. É como buscar alívio dos problemas nas drogas; com o tempo, você se destrói junto com seus problemas. São nesses momentos que você percebe que as larvas e as minhocas são problemas sem solução para quem quer ter um jardim; mas acontece que problemas sem solução não existem! Se não tem solução, não é um problema. Olhe direito, você perceberá que aquilo que queria matar somente embeleza ainda mais.

Wednesday, December 27, 2006

Livre

eu estou encontrando respostas
finalmente
sabe, ja disse isso muitas vezes...
mas nao sei, eu vou me libertar... e para nota posterior, ISSO NAO É FALSO.
isso é pra mim só rs.
Preciso lembrar. Nada é tão difícil.
A cura é possível. Sempre.
Eu estou bem, muito bem. Eu estou livre. Nesse momento eu sou livre!

The storm isn't over Então ergam seus guarda chuvas de plástico, ela vai passar

Tuesday, December 19, 2006

(19)

I - A loucura das multidões II


(Sob o céu enevoado caem as regras do mundo. Metafísico acontece, químico não existe, teorias sobre teorias que me cansam ao olhar. Ligue os pontos todos brincam, com uma caneta sem tinta adivinham o desenho, que sua cabeça imaginam. Não não minha amiga, você acertou poucas questões. A tua luz não mais agiganta, mas ainda sim a do sol. Nunca deseje se vingar... Nunca penda para um lado... São poucas emoções que as entende quem lê, mas ninguém lê. Logo, ninguém as entende.)
O título deveria iniciar a partir do último momento, que foi o texto do ano passado (palavras desconexas por puro sentido vital). Logo serão trocados os titulos, e essa loucura das multidões acarretará no seu contraposto realidade utópica. São todos... coisas.
Gritem, gritem

II

Novamente, 19. O que poderia eu fazer? As rédeas caem. Perco o controle da situação.

Há tanto tempo eu não o possuo.

Ah, a dor. Lateja há muito, reverberante dentro do meu ser. Me pergunto o que eu deveria fazer. O maior problema de um problema é quando ele tem solução. Porque, se ele não tem, ele não é um problema.

III


Na simples calma queimamente
Dum trago calmante
Queima a alma calmamente
Queima a dor sentida ante
No avio silencioso
Não mais dor, morra perante
Feitas no amor ocioso
Revelações queimantes

Queimantemente frio
O suficiente para cair
Em brasa e morrer de dor
No sangue um navio
Latente meu ardor
Não aguento mais ir
E cair no teu arpão
Destruo com um silvo
Toda a embarcação

Ferido me afogando
No último mar de lava se esfriando
Enregelando a queima forte dentro de mim
Eu não quero andar, nem sair
Porque eu não posso, porque dói
Porque isso é o que eu posso aguentar

A ira de deus sobre mim.
A ira do inferno abaixo
Aqui estou eu
Me enfrentem
Sem medo de morrer
Já estou morto

(26/09/2006)

IV

A história dita as regras. São cinco, 19 vezes. Crendo que eu poderia mudar qualquer coisa, fui em frente. Me enganei, me enganei.
Primeiro você assalta a valsa. Depois, você a dança. E por fim, é vaiado ou aplaudido. Não que isso signifique que alguém na platéia entenda qualquer coisa sobre sua dança.

V

"E é por isso que nós enfrentaremos o tempo... Porque sempre que um estiver em uma gaiola, o destino do outro estará traçado."
(O homem, para Júlia.)

A criança cresce, os velhos morrem
A criança vai morrer
Porque tudo que vive nasceu pra morrer
A lei da natureza
O mais forte vai sobreviver
O fraco deve morrer

Tuesday, November 21, 2006

Paradoxos da realidade

Saber se a decisão é a certa pode levar tempo ou não, depende da decisão. Depois dessa ser tomada, ela sempre parece errada. Isso se deve ao fato de que, quando estamos tomando uma decisão, estamos pressionados por essa necessidade da escolha e temos que nos direcionar. Após isso, o ponto de vista sob o qual julgamos o fato é muito mais leve e menos desesperador, logo mudando muitas vezes o modo de ver o antigo problema.
Quando trabalhamos com paradoxos, então, o caso se agrava, visto que a pressão de escolher entre duas coisas importantes é assassina.
Ah, como eu gostaria de poder dar um exemplo... Explicar como essa situação é agravante e mortal.
Ah, como eu gostaria...

Saturday, November 11, 2006

Ilha

Um título retirado do nada, feito para o nada, destinado ao nada. Incrível como ultimamente meu estado de espírito tem estado "inclinado para o ruim" mesmo quando eu estou, como agora, relativamente bem. É uma força puxando pra baixo... Os problemas surgem e vão, mas eu me sinto ridículo por estar ainda nisso... Ainda... Ah, no final nao posso lembrar de nada, porque tudo se lembra... Esse é o desabafo que ninguém lera, embora eu vá por isso no nick. Ninguém se importa... Talvez se importem, mas talvez será tarde demais... As pessoas são belas... Mas, no final, a massa é horrorosa.

(Ontem o blog fez 1 ano)

Friday, July 14, 2006

Stop it

..
Quantas vezes não pedimos para algo, alguma coisa, alguém, parar, não é mesmo?
Parece que tudo que vier, acontecer... nos derrubará; se já tivermos caídos, nos chutará; se já tiver nos chutado, nos enterrará.
Penso como isso tudo é estranho quando... a vida segue.
Eu mesmo não aguento mais pedir para seguir em frente; tanto que agora tenho vontade de pedir para parar.
Por que?
É algum tipo de doença à qual estou atado?
E será que ela não irá partir?

Minha mente que tanto me destruiu e tanto já me salvou.
Parece estranho.

stop it.

Tuesday, July 11, 2006

Estado Crítico II

Bom dia, são 10:35


Eu já enfrentei a tempestade e a maré
A correnteza...
O estranho é circular através de tudo isso e chegar no mesmo ponto
Mas com outros olhos...
Vivo no paraíso, mas só percebi isso depois de caminhar tanto tempo pelo inferno que ainda está em meu encalço
É a vida, o alto e o baixo sempre juntos, se completando. Ou não.
Existe o equilíbrio? No final, quem decide somos nós.
Tanto tempo procurando respostas, e elas ainda me dão medo, sim sim.
Mas o pânico...
O pânico não deve retornar.
Não.
A não ser que outra pergunta surja. Mas tantas perguntas já surgiram... e eu cheguei ao ponto em que eu realmente sei que não posso responder mais nada...

e agora me surge a idéia...



será que eu não posso?


vou eu procurar outra assombração?
logo talvez.
enquanto não houver uma pergunta atormentando minha cabeça, parece que não haverá sentido.
sempre há algo mais a se saber

Saturday, June 10, 2006

Sem Título

todos estão desaparecendo
todos estão esmorecendo
é essa a voz do outro mundo
como eu não pude entender?
eu sou como um rato imundo
com um mundo a me bater
o veneno não me mata,
mas a vida é tão ingrata
eu ja vivo à adoecer
envenenado e morto antes mesmo de viver
com uma diferença de olhos
com inconsistência de modos
eu vivo a carregar os destroços
porque só assim se construirá
só assim se amará
e só assim se destruirá
ninguém nunca lembrará
enquanto todos matarem o rato
enquanto o justo for crucificado
enquanto não houver verdade.....

Não
a verdade é uma mentira
e na mentira eles acham a verdade

Não
O meu corpo se estira
E na vontade é que se atira

Todos estão adoecendo
Toda a vida desfazendo
o rato branco não tem cor
E o rato preto não é visto
O rato branco vive a dor
E no rato preto insisto
Como nós todos, a ver a resistência
Os ratos nunca caem
E nós quem invadimos
Os maridos traem
As esposas rindo
A ordem está errada
Crianças não mais mordem fralda
Mas sim a felicidade falsa
E uma dolorosa farsa
E ao crescer lembrarão
Que em tristeza morrerão
E talvez a esperança
Seja que eles gritem não...


(Sem data. Mas do começo do ano.)

Sunday, May 14, 2006

Sangue dos Inocentes

E as pessoas choram na televisão
Culpam criminosos, bandidos da nação
E as pessoas choram, morrem desiludidas
Morte aos bandidos, crescentes feridas

Reivindicação
Não é a paz a ordem?
o que queríamos está em frente
Eis o que não fizemos
Eles pedem o que sentem
E o preço da ordem
É o sangue inocente

E as pessoas choram na televisão
Mostram-se indignados
Com os ratos do porão
Não lembram que os ratos
São frutos da podridão

Garis não vão lhe estender a mão
Os ratos procriam,
Epidêmica solidão
E a epidemia
De aceitarmos não
Se perde no escuro
Medo dos furos
Que tornam impuros
A alma dos sãos

Nem entendo por que
Chutar uma bola fascina
Mais que querer
Parar a chacina
Que ocorre no mundo
Buraco tão fundo
Que se tornou viver

Dançamos alegres
Em meio ao sangue que se espalha
Nas ruas e embebe
Em vermelho a mortalha
Das crianças que fedem
A armadilha escrachada

Eu sei a dor da perda
E o fedor da merda
Que se tornou isso
Não é hora de desistir
Morrer não é a pior resposta.

Sunday, April 30, 2006

Colisão 19

Uma vez eu pensei que o mundo era triste

E ele realmente era.

Estava eu errado por isso?

Não sei, Deus, não sei.

Deus parece mais uma figura que existe dentro de mim,

do coração

mas que realmente não existe,

porque minha mente diz que não.

e minha mente é forte. mostre-me o certo, mostre-me o errado, eles sempre soam tão iguais...

será que é errado tudo isso? eu não sei. Deus você errou em tudo, e eu amaldiçôo suas falhas...

porque você errou

no final nada tem sentido, tem?

que diferença faz viver ou morrer?

só faz diferença pra esses do meu lado. que são tão pequenos perto dos gigantes...

tão pequenos.

e eu sou tão pequeno...

não faz diferença eu diminuir... não faz diferença se eu crescer...

faz?

e algo no fundo me diz que faz...

deus, você errou e falhou. mas eu lhe uso como desculpa.

não pelos meus erros, mas como personificação para jogar todas as minhas frustrações, minha mente, os errados.

minha cabeça é tão forte que ela conseguiu provar que você nem existe! Mas ela chegou tão fundo que provou que...

nem isso aqui

que eu estou vivendo

existe

se não existe, qual o mal em fazer o que eu faço? qual o bem?

as vezes eu quero morrer, e novamente isso me surge. as bolhas de ar parecem gigantes. as lampadas parece gigantes... o interruptor... a janela, e tudo que se move e tudo que fica parado. Minha cama parece gigante.

E aparentemente.... eles não são.

Nada existe. Tudo existe. Nada existe. Tudo existe.

Oscila minha mente nas respostas que não fazem diferença. Ninguém toca o céu, porque o céu não existe. Eu não existo.

Mas eu penso.

Será que alguém vai chegar perto de entender esse texto?

É claro que não. Eu não lhes amaldiçoaria a esse ponto. Principalmente porque é uma maldição à minha cabeça, mas parece que mudar está tão longe quanto os primórdios.

É algo que não é fácil de aceitar,e não é por orgulho, não é por nada. É por falta de crença.

Você falhou, deus.

Wednesday, April 26, 2006

Tuesday, March 28, 2006

E este é o fim... do mundo

Ouvindo Muse eu lembro and it's the end of the world
Nao lembro de que musica...
Agora os pensamentos mais 'inteligentes' eu to postando lá no situação crítica! quem quiser ver é http://warminds.blogspot.com . O pessoal lá é foda!
Por aqui vo postar mais excrementos rs...

E eu me faço bem
E eu me saio sem
Nada

Veja a cor do céu
A mim atada
Com um véu

E como eu vejo
Como eu lhe beijo...
céu

sem invernos
nem primaveras
nem infernos...

e esse é o fim
do mundo
assim
fundo.

Wednesday, March 01, 2006

Critical Situation

São emoções doces.

Aquelas que fazem doer o coração.
Ele pesa.
Mais pesado que a lua



Eu às vezes não aguento.


Eu estava aqui vendo o último episódio de anos incríveis. Eu precisava ter prestado atenção. Ele dizia...
"por mais que as vezes planejamos algo, ele nunca sai do jeito que pensamos. As coisas sempre mudam."
eu tenho que deixá-las para trás

(relieve the anguish of my past
to find out who I was at last)

eu preciso matar os fantasmas do passado. um a um.


(infernal taste)


I need sweet emotions.
eu preciso de emoções doces...
suaves...
(tired of bleeding)

(someone hug me)
(can't you hug me?)
(won't you see me?)
(can I stop dying please?)
(I thought I was the iron man)
(Nineteen.)
(Once)
(Again)
(The end.)

Friday, February 24, 2006

21 não é 19.

Nunca houve nunca.

O homem de ferro cavalga pela estrada lentamente. As árvores respiram ao seu redor, e a fina brisa de inverno passa por sua roupa chocando-se com o metal intransponível. Não há nada dentro, não há meio de entrar na maciça forma.

E isso é tudo.

Friday, February 17, 2006

Quem

Quem sabe o que acontecerá no crepúsculo?
As estrelas cairão?
...isso fode. Nem pelo fato se vai ocorrer ou nao, mas pelo fato de se devo aceitar o que não sei se devo.
As estrelas cairão?

(caos. ordem. and fuck)

Sunday, February 12, 2006

Uma Versão Plausível da História

Nos pensamentos caóticos que foram os últimos dias aqui na minha vida, resolvi, pra tirar um pouco o estresse e a dor mental, tentar criar paralelos da realidade com a história, principalmente na parte de Jesus, depois de colocar aqui num canal evengélico. Sempre vi ateus e agnósticos, ou pessoas que não gostam do cristianismo, xingando Jesus ou dizendo que ele não existiu, e acusando a igreja de manipulação com a história dele. O que eu acabei pensando é que, na verdade, o maior sofredor da manipulação santa foi o próprio Jesus, se ele existiu.
Vejam bem, se Jesus existiu, ele foi um grande homem. Provavelmente muito sábio, que ensinava as pessoas e era humilde, assim sendo, sua história acabou sendo registrada. Ok, avancemos séculos no mundo.
Constatino aparece em Constantinopla, e, conforme descrito no Código da Vinci muda a religião para o Cristianismo. De quem ele se aproveita? Jesus, o que foi morto pelo próprio Império por ter tentado passar uma idéia boa das coisas, algo de útil, contra talvez a manipulação que podia existir já naquela época. Jesus é tomado como herói séculos depois, depois de ter sofrido nas mãos dos católicos romanos.
E claro, as idéias de Constantino eram inteligentes. Como manipular? Oras, para que o povo não achasse que podiam mudar nada, ele põe que Jesus mudou, maaas como? Só porque ele era filho de Deus, porque ele podia caminhar na agua, porque ele multiplicava pães e peixes e porque ele era sobre-humano, e somente aqueles iguais ele poderiam mudar algo.
Pronto. 2000 anos depois, e aqui estamos!

Friday, February 10, 2006

Não, nem tanto (You're Killing Youself)

É, se o mundo vai acabar, que acabe logo. Sabe, talvez até fosse melhor, simplesmente ser livre do fardo de viver. Isso me emputece... não que eu queira morrer... mas as vezes a sensação de impotência gerada pelas coisas da vida simplesmente me jogam um peso nas costas. Não que eu não possa viver com isso, mas eu vou ter que lidar com isso, e talvez seja esse o problema. Eu consigo lidar. Mas e os outros?
Será que eu posso libertar o mundo? Espalhar a verdade? Mudar a mente das pessoas?
NÃO!
E eu concordo. Mas as vezes, as pessoas estão tão próximas, e lhe parece que nem elas você pode salvar. Se eu fui salvo por elas, por que eu não posso salvá-las tambem? É algo que não entra na minha cabeça... fico um pouco triste com isso.
Mas, acho que não importa o que aconteça, eu vou tentar.